Com muitas amêndoas :-)
.../..." A distância que se corre não é o mais importante e sim a satisfação que ela nos traz" .../....
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Encontro Blogger em 23 de Abril de 2011 em Constância
4ª Encontro Blogger em 23 de Abril de 2011 em Constância
AINDA HÁ VAGAS...
No ano passado não me foi possível comparecer, pensei que este ano seria possível fazê-lo e afinal mais uma vez e com muita pena não vou poder ir :-(
Não deixem de participar todos os que podem e quero muito ler e ver o que têm para contar.
Estou com voces em pensamento.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Estafeta Cascais-Oeiras-Lisboa 2011
Domingo de sol... preparados para ir de comboio até ao Estoril, mas o Carlos não se sentia bem devido a uma gripe e resolveu fazer tempo, já que não corria dava apoio logístico e levou-nos de carro até ao Estoril.
Soube-me bem porque ando cansada e ainda adormeci no caminho enquanto eles falavam :-)
Preparada para mais uma prova com a satisfação de que iria correr na Marginal onde tanto gosto. É tão bonita!
Como o Carlos não ia resolvi ir com o Jorge fosse a que velocidade fosse, iria acompanha-lo de acordo com as possibilidades dele... nas calmas!
Surpreendentemente fizemos os primeiros 10kms tranquilos e fiquei toda contente quando vi no placar dos 10kms, 50m porque pensava que íamos mais lento, nem dei pelo tempo .... ia na conversa :-)))
Não faltou água pelo caminho!
A partir do 15km o Jorge começou a sentir-se mais cansado e abrandamos um pouco mas com um bocadinho mais de conversa lá fomos.
No fim o Carlos foi-nos "buscar" próximo da meta e com mais esse incentivo eu e o Jorge acabamos a prova em 01:55:18.
Acabei tranquilissima :-) Na Meia Maratona de Setúbal o Jorge quer ver se consegue fazer os 21kms em menos de 2h00.
O pior no fim foi a confusão que se gerou por causa das camisolas :-(
Depois tudo se resolveu.... parece que havia falta de camisolas!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Auto massagem para corredores
É muito comum, em treinos desportivos ou competições, fazer aquecimento e alongamento para preparar a musculatura, e assim, ter um desempenho ainda mais seguro e satisfatório. Outro item que é cada vez mais explorado pelos praticantes de desporto, atletas e seus treinadores, é a utilização da massagem na preparação de um corpo cada vez mais exigido.
Como nem sempre temos um profissional massoterapeuta a nossa disposição, a solução pode estar na auto massagem, em que se pode realizar manipulações provindas da técnica Sueca (ocidental). Tanto antes como depois do treino, na massagem desportiva é recomendável deslizamento das mãos seguindo a direcção das fibras musculares e no sentido do retorno do sangue para o coração. Sendo assim, nas pernas, fazer debaixo para cima. Quando chegar na extremidade, volte para o início do agrupamento muscular sem fazer pressão, evitando o vai-e-vem na pressão do tecido muscular. Para facilitar este deslizamento pode ser usado cremes que não sejam tão facilmente absorvidos pela pele ou óleo mineral. A pressão exercida sobre a pele é leve no início e após algumas repetições aumentar a pressão repetindo a mesma manobra.
Um ponto importantíssimo na realização da auto massagem é evitar pressão na região das articulações ou as bem próximas a elas, principalmente se ali existir dor. As cápsulas articulares assim como as bursas são locais onde, ao serem pressionadas, facilmente podem piorar a situação de uma inflamação. Somente profissionais qualificados em massagem terapêutica podem definir uma manobra adequada nestas regiões e mesmo assim quando receberem um diagnóstico médico das causas reais desta dor.
Pode-se dividir a massagem desportiva em 2 fases devido ao momento que se encontra a musculatura. A massagem que se faz antes, e a que se faz após o treino.
Os objectivos principais da massagem antes do treino são de aquecer a musculatura, aumentar o metabolismo na região, nutrir as células com mais sangue arterial e aumentar o estado de alerta.
Ela basicamente se faz através de movimentos rápidos e superficiais com o deslizamento das mãos envolvendo a musculatura. Ao final dos deslizamentos, pode-se usar a manobra de tapotagem (leve batidas, porém, rápidas) com as mãos abertas ou fechadas.
Já na massagem pós-treino tem como objectivo principal o relaxamento e eliminação mais rápida de substâncias tóxicas geradas pelo uso mais intenso da musculatura. Neste momento, massajar através de movimentos mais lentos e profundos e evitar a tapotagem. Como logo após o treino ou competição estamos exaustos, pode-se aproveitar o período agradável do pós banho para passar creme (neste caso, pode ser de fácil absorção) e realizar massagem conforme a técnica aqui apresentada.
Tais manobras devem ser realizadas de forma confortável, no chão ou em uma cadeira com as costas direitas. Esfregue as mãos e bata umas 3 palmas antes de realizar a massagem. Serão nítidos, durante e após a auto massagem, uma sensação de satisfação e leveza. A massagem pode levar de 4 á 10 minutos ou mais. Faça principalmente nas regiões mais exigidas no seu treino. Para os corredores, não esquecer dos pés e da região glútea.
Com estas dicas o corredor estará preparando melhor os locais mais exigidos do nosso corpo nos momentos mais desgastantes, e assim, evitar contusões e melhorar as condições de desportistas com uma vida mais saudável e prazerosa.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
29ª Corrida dos Sinos
Quando eu e o Carlos estávamos a ir para Mafra para nos encontrarmos com o Jorge Almeida questionamo-nos entre irmos correr e tentar melhorar o nosso tempo do ano anterior ou fazer companhia ao Jorge.
Resolvemos fazer companhia ao Jorge e o Carlos disse logo que se fazia numa 1h30 a prova… para o Jorge não ficar cansado.
Estava bastante fresco quando chegamos, confesso que sou muito friorenta e ficamos dentro do carro o tempo suficiente para fazer um ligeiro aquecimento. Não nos preocupamos muito com o aquecimento porque iríamos correr nas calmas.
Na linha da partida tive a oportunidade de rever o José Lopes.
Desta vez não pode tirar as fotos do costume…. Só correr...
Após a partida, como sempre diferente com o toque do Sino, vimos o Fábio e de seguida a Ana Pereira que nos acompanhou no inicio da prova.
O Fábio não o largámos mais já que ele e o Jorge estão agora a correr mais ou menos com a mesma média.
Fomos encontrando pelo caminho alguns conhecidos, ou melhor, conhecidos do Fábio que é um mestre em relações públicas :-))
Desta vez não pode tirar as fotos do costume…. Só correr...
Pessoalmente foi muito gratificante e prazerosa esta prova, consegui vê-la de uma outra perspectiva. Consegui ir a conversar nas calmas com o Fábio, fazer comentários sobre os corredores, ver as pessoas no caminho que de uma forma diferente participavam na festa, a música e os corredores que dançavam e brincavam….
Das outras vezes eu também vejo mas não tenho “tempo” de observar e comentar da mesma maneira porque estou mais focada em tentar melhorar os meus tempos de prova.
segunda-feira, 28 de março de 2011
8ª Corrida de Solidariedade ISCPSI / APAV
A Corrida de Solidariedade ISCPSI/APAV e Marcha das Famílias chega neste ano de 2011 à sua 8ª edição. Resultado de uma organização em parceria entre a APAV e o Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, este evento terá lugar no dia 27 de Março. Esta Corrida de Solidariedade assenta numa parceria de sucesso que só tem sido possível graças ao empenho dos cadetes-alunos e responsáveis do ISCPSI. O sucesso das anteriores edições é notório e tem sido espelhado no sempre crescente número de participantes e apoios.
Para além de cumprir os objectivos de aproximação da PSP e do ISCPSI à comunidade e o incentivo dos cidadãos para a prática desportiva, a angariação de fundos para a APAV resulta num importante contributo para a continuação da nossa missão social de apoio à vítima de crime.
Mais um ano na participação desta corrida.
Este ano tive várias trocas de dorsais versus chips e por último no dia da prova ainda fui a tempo de esclarecer um ultimo equivoco acabando por finalmente correr com o dorsal nº1069.
Apesar destas trocas achei que os cadetes eram muito simpáticos, todos os que nos atenderam desde o pagamento até ao tentar resolver a situação das trocas foram todos muito solícitos. Um obrigada para todos.
Como no ano anterior eu, o Carlos e o Jorge Almeida deixamos o carro em Belém e antes de seguir para o Calvário passamos pelos pasteis de Belém. Eu queria apenas um café e acabámos por comer um pastel de Belém.
Fomos numa corrida de aquecimento até ao Calvário. A confusão já era enorme quando chegamos e para não deixar de ser encontramos o nosso amigo Fábio com o irmão e um amigo. Na hora da partida fugiu para a frente e nós ficamos ligeiramente atrás.
A partida como sempre uma confusão, as pessoas da marcha misturadas com as da corrida... atropelos e um piso horrível para torcer os pés, pior porque estava molhado da chuva....
Não me senti muito confortável nos primeiros 3 kms e a partir dos 5kms comecei a ficar agoniada. Maldito pastel de nata que não deixava de "vir à boca"... enjoada até ao fim fui tentando fazer o meu melhor. Desta vez o Carlos é que puxou por mim, acho que se não fosse ele parava para "chamar pelo gregório" como se costuma dizer...
Nos dois últimos kms comecei a sentir-me melhor, não sei se foi porque já tinha bebido bastantes golos de água... mas comecei a ficar melhor... e mesmo assim conseguimos acabar a prova com um tempo razoável.
Creio que a prova tinha mais de 10kms... tanto pelo GPS como pelo pedómetro.
A chuva que desde o inicio ameaçava cair começou a cair mesmo na altura em que o Jorge e o Fábio cortava a linha da meta. Ambos chegaram muito perto um do outro...
HENRIQUETA SOLIPA - 00:50:48
CARLOS RENATO - 00:50:47
JORGE ALMEIDA - 00:56:14
Mais um saco e uns brindes e toca correr para os carros.
Para a semana há mais e desta vez uma prova bem mais difícil.
Corrida dos Sinos (15000 metros) / Mafra - partida junto ao Parque Desportivo Municipal Engº Ministro dos Santos, pelas 10h30.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Uma visão sobre o atletismo em cadeira de rodas em Portugal
Sex, 13 Ago 2010
Opinião - Mário Trindade - Presidente da ANACR
Os Atletas praticantes de atletismo em cadeira de rodas carregam por si só, muito antes de se encaminharem para a modalidade, uma história de luta, traumas, angústias e preconceitos.
Os Atletas praticantes de atletismo em cadeira de rodas carregam por si só, muito antes de se encaminharem para a modalidade, uma história de luta, traumas, angústias e preconceitos.
Procuram superar-se de alguma maneira, depois de vencidos os traumas. Uma das formas de auxílio na superação desta condição é a prática desportiva.
Sempre que se fala em deficiência em Portugal, há um arrepio na espinha. Não é fácil ser um atleta deficiente pois as pessoas apostam mais por pena do que por valor. Mas as mentalidades têm de mudar e cabe-nos a nós contribuir para essa revolução.
A minha visão sobre o atletismo em cadeira de rodas em Portugal, não é muito positiva, visto esta modalidade ser muito dispendiosa, um atleta para se iniciar na modalidade necessita no mínimo de uma cadeira de rodas e um par de luvas, cerca de 5000 euros, depois há que contar com as deslocações para os treinos e provas.
Os apoios para quem se quer iniciar são zero, tem que ser a pessoa a trabalhar para conseguir os apoios e nem todos tem a mesma força de lutar, dai em Portugal o número de praticantes ser tão reduzido a treinar regularmente e com objectivos há 4, 5 atletas, depois temos cerca de 10 que treinam pontualmente para uma ou duas provas.
Os prémios monetários das provas para este escalão também não são nada convidativos uma meia maratona em Portugal dá para o 1º lugar 150 euros, o que em alguns casos não chega para cobrir as despesas de deslocação/alimentação/dormida, depois os prémios são para os 3 ou 5 primeiros atletas, logo raramente se tem numa prova mais do que 5 atletas, pois aqueles que sabem que não conseguem chegar aos prémios não vão, porque o dinheiro que vão gastar vai fazer falta para coisas mais importantes.
Dentro do desporto adaptado, o atletismo em cadeira de rodas está cotado como um dos mais dispendiosos. As cadeiras para competição atingem os cinco mil euros, sendo que as pensões para deficientes rondam muitas vezes os 200 ou 300 euros. As hipóteses são mais que reduzidas, “são nulas”. Um par de pneus para as rodas de trás custa 120 euros. Se há um azar num treino ou numa prova, os prémios não são suficientes para cobrir os custos. A um atleta deficiente numa meia maratona dão 150 euros pelo primeiro prémio. Se for tido em conta as deslocações, a estadia e a manutenção das cadeiras, não chega. A um atleta dito normal, o prémio é de 1000 ou 1500 euros. Uma realidade muito díspar. Se para treinar há muitas pistas pelo País, outras contrariedades não parecem ser tão fáceis de contornar, não há especialização nesta modalidade. O atleta que se especialize nos 100 metros só corre uma vez por ano.
A pouca visibilidade que este desporto ainda tem em Portugal não ajuda em nada com que os atletas consigam obter apoio sem o qual não se consegue evoluir.
Uma das coisas que precisamos de fazer para esta modalidade melhorar e aumentar o número de praticantes no nosso país, é as associações que tem cadeiras de rodas usadas colocarem as mesmas aos dispor de pessoas com deficiência que queiram iniciar-se nesta modalidade, consoante a pessoa for evoluindo ir investindo em novos equipamentos e mais adequados a sua deficiência.
Contudo é importante não parar. E de todas as maneiras possíveis e imaginárias tentar levar a mensagem às pessoas com deficiências que estão dentro de casa que o desporto é saudável, assim como um factor de integração na sociedade indiscutível.
Ainda sobre a Meia Maratona de Lisboa....
Passadas já algumas horas após a prova estou com um espírito mais desportivo e espero para o ano repetir a proeza acreditando que as coisas menos boas melhorem.
No ano seguinte já corri os 7kms mais ou menos de seguida com uns colegas que me desafiaram, incluindo o meu chefe. Costumava correr só no ginásio e nessa altura muito pouco, andava mais de bicicleta.
Não é isso que faz de nós desportistas?
Pelo menos não comi mosquitos como na corrida das Lezírias :-)
Procurei os "homens" de cartola e não vi, um amigo disse que tinha sido ele a fazer os fatos e queria que eu desse a opinião mas nem fatos, nem cartolas....
Algo que me deixa sensibilizada é a prova de Deficientes Motores em Cadeira de Rodas porque eu acho que devia haver mais iniciativas deste âmbito. Todos devem participar mais.
Eu sei que estamos numa altura de crise, provavelmente não é tão fácil organizar estas provas e podem dizer que estou a "falar" sem saber, mas posso aqui deixar a minha opinião.
É importante o desporto sempre e para todos.
Uma outra situação mas neste caso bastante negativa é as pessoas correrem com crianças ao colo, será que não pensam que o impacto que fazem ao correr é prejudicial?
Recordo a 1ª vez que atravessei a ponte a pé com colegas do trabalho, juntamos um grupo para o fazer, creio que no ano 2000. Tinha a medalha guardada até à pouco tempo mas tive que a deitar fora porque estava cheia de ferrugem. A mais antiga que está guardada é de 2002....
Nessa altura a minha / nossa única preocupação era andar e desfrutar a vista e tirar muitas fotos...
Mas sobrevivi com sucesso e fiz os 7kms em cerca de 1h, a melhor marca das mulheres do grupo e a terceira do grupo todo.
Tenho esta foto que uma colega me enviou para recordar esses tempos...
No dia seguinte no emprego quase ninguém andava direito e descer as escadas era um verdadeiro tormento.... :-)))))))
terça-feira, 22 de março de 2011
21ª Meia Maratona de Lisboa
Percurso da Meia Maratona - 21.097Km
Partida junto na Praça da Portagem da Ponte 25 de Abril, Alcântara, Rua de Cascais (Pingo Doce), Av. ª 24 de Julho, Os atletas uma vez chegado ao Cais do Sodré, voltam em sentido contrário ao do trânsito, pela Av. 24 de Julho em direcção a Alcântara sempre em sentido contrário, pela Av. da India, passando em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, em direcção a Algés, seguindo em frente, pela Marginal (Av. Ivens) quase até à Cruz Quebrada onde regressam em sentido contrário ao trânsito pelas mesma artérias até aos Jerónimos onde está instalada a recta da meta.A Meia Maratona de Lisboa como sempre mediática e cheia de gente.
Este ano logo pela fresquinha, cerca de 8h00 vimos ao pé do Estádio do Belenenses o nosso amigo Fábio, ele é que não nos viu porque estava muito atarefado :-))))
Por volta das 8h30 apanhamos o comboio para o Pragal e estava muito, muito cheio. Este ano fomos em pé e todos apertados, no ano passado fomos mais ao menos à mesma hora e conseguimos atravessar a ponte sentados a ver a paisagem.
Quando cheguei e estava em cima da ponte para descer as pessoas pararam, pararam mesmo, não consegui perceber o porquê mas estivemos todos parados um bom bocado. Comecei logo a resmungar e a dizer (outra vez) que não me apanham novamente numa confusão destas. Gosto de correr mas acho muito estúpido estar ali daquela maneira, naquela confusão...
Passados alguns minutos as pessoas começaram a andar e de repente tudo fluiu... sim !!! Tenho que dar a mão à palmatória como se costuma dizer e realmente este ano surpreenderam pela forma como resolveram rapidamente a situação.
Creio, não consegui ver bem, que na altura em que cortaram o trânsito da ponte os policias conseguiram organizar tudo para conduzirem as pessoas por diferentes "portas" e reduzir significativamente a confusão.
Achei que este ano havia muito mais casas de banho, mesmo durante o percurso.
E... enquanto eu fui a uma delas o Carlos e o Jorge Almeida ficaram a falar com o Fábio e o irmão.... acabei por não ter tido oportunidade para ficar a falar com eles porque estava na fila da "dita cuja"...
O Jorge Almeida recomeçou recentemente a treinar connosco e foi uma aventura para ele tentar esta prova. Recentemente, creio que seis meses, foi operado ao tendão de aquiles e depois de fazer a fisioterapia o médico disse que ele podia recomeçar a correr .... com calma!
A minha prova.... pois bem .... resmunguei com fartura até ao Cais do Sodré. O Carlos já me mandava calar. É horrível querer-se correr e só tropeçar e tropeçarem em nós. Eu queria avançar e sentia pés, braços pessoas desgovernadas a passar à frente e a empurrar.
Daquele tipo de pessoas que sabemos que correm muito nos primeiros metros e depois mais a frente estão a andar ou aqueles que compraram o dorsal da meia maratona e nunca correram.... .
Têm todo o direito.... mas não aos encontrões nem a atropelar ninguém!!!
Só consegui sentir-me bem a correr depois de passar a estação do Cais do Sodré. Mesmo sendo o percurso convidativo, definitivamente não é prova para se melhorar nada.... perde-se muito tempo.
É agradável atravessar a ponte que é linda, mas depois de o ter feito uma vez perde esse sentido, participar nesta prova é mesmo só porque é a prova que me dizem: "não vais há meia maratona de Lisboa? de Lisboa????" e pronto é sempre mais uma prova, mais um desafio e é sempre muito agradável encontrar as pessoas conhecidas pelo caminho.
Tanto eu como o Carlos fizemos a prova num ritmo confortável embora ele se tenha sentido levemente tonto quase no fim da prova e o que o salvou foi uma bananinha para repor as forças :-) estava já um pouco de calor ... e ele não se sente muito bem com o calor....
De resto aceleramos um pouco no último km mas só por ser aquele último arranque... perto da meta na altura em que adrenalina sobe sempre um pouco :-)))
O Jorge acabou a prova perto das 2h30.
Água que chegou e sobrou, bastante powerade e até as bananas e laranjas havia com fartura!!!!
A minha filha resolveu este ano atravessar a ponte com as amigas e fazer os 7kms.... gozou comigo porque dizia que ia ficar "à seca" à minha espera.... no fim fui eu que corri os 21kms e esperei 40m por ela.... e ainda ficou triste porque depois do tempo que demoramos à espera delas ainda ficámos sem gelados no fim...
terça-feira, 15 de março de 2011
CORRIDA DAS LEZÍRIAS 2011

13 de Março de 2011
O Município de Vila Franca de Xira, com a parceria da Xistarca organiza neste dia uma prova com 15.000 metros denominada por " CORRIDA DAS LEZÍRIAS SPORT ZONE 2011", uma "Mini Corrida - Passeio ribeirinho" e uma "Corridinha" para os mais jovens.
O Município de Vila Franca de Xira, com a parceria da Xistarca organiza neste dia uma prova com 15.000 metros denominada por " CORRIDA DAS LEZÍRIAS SPORT ZONE 2011", uma "Mini Corrida - Passeio ribeirinho" e uma "Corridinha" para os mais jovens.
Uma prova que faço pelo 3º ano consecutivo e que me agrada muito.
A primeira vez lembro-me de correr com um sol quentíssimo quase como se estivesse em pleno Verão. Este ano fomos brindados pelos chuviscos no inicio da prova e uma aragem fresca que logo passa quando se começa a correr.
Chegamos bem cedo, cerca das 8h30 da manhã. Em relação aos anos anteriores que faltou um pouco da vivacidade e da alegria da musica, embora houvesse a "musica de aquecimento" dada pelos ginásios.
Depois de levantar os dorsais e de já os termos colocado fomos dar uma volta para ver se víamos alguém conhecido.
Encontramos o José Carlos Melo, o Fábio e o irmão que falavam com o Mário Lima. Numa primeira abordagem não reconheci o Mário pois a última vez que o vi ia a fugir dele (hehehe) para não me apanhar e não tive a oportunidade de fixar bem o rosto. Engraçado que isso aconteceu na altura em que eu comentava com o Carlos que tinha visto no Facebook que o Mário e a Ana Pereira iriam participar nesta prova.
A Ana não a vi :-(
Fiquei muito contente por ter tido a oportunidade de trocar algumas palavras com ele e falamos também da nossa satisfação do sucesso que teve no dia anterior a manifestação da "Geração à Rasca".
O Fábio esteve entretido com o Carlos nas habituais trocas de "piropos" acerca das corridas.
Comentei com o Fábio o facto de estarmos a pensar fazer a prova no relax porque acho que não estou em boa forma... e que foi na Corrida das Lezírias de 2010 que nos conhecemos pessoalmente :-)
Como sempre o Fábio tem a máquina pronta para uma foto e pediu para que nos tirassem uma foto para ficar de recordação. Obrigada pelas fotos :-)
Começou a prova e corri, corri e corri e senti-me muito bem. Acho que devo começar a comentar o facto de estar cansada porque pode ser que assim corra melhor !!!! ?????
Mais uma vez em comum com os anos anteriores os nossos amigos Campinos que aparecem no percurso. O percurso foi diferente dos outros anos e para mim achei pior. Não sei se o motivo foi a chuva porque acredito que os campos em determinados pontos estariam alagados, mas que foi pena foi... de resto é sempre agradável correr nas Lezírias, é uma prova que gosto de fazer.
Tivemos alguns "colegas" de percurso com quem fomos trocando algumas palavras, palavras de incentivo a uns e outros, comentários de provas passadas e futuras, enfim uma prova agradabilíssima mesmo com os pés cheios de lama :-))))
Quando estávamos a próximo da meta aparece o Mário Lima que nos apanha e os três chegamos ao mesmo tempo à meta.
Obrigada Mário pela tua companhia, só tenho pena se não encontro nenhuma foto nossa da chegada, para ficar de recordação.... vamos ver... a AMMA ainda não pôs todas as fotos online.
2011
HENRIQUETA SOLIPA - 01:18:24
CARLOS RENATO - 01:18:24
2010
HENRIQUETA SOLIPA - 1:19:38
CARLOS RENATO - 1:19:37
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